quarta-feira, 16 de Abril de 2014

I Am Legend

Eu nem vou dizer o quão este filme mexeu comigo - quando o vi, há uns anos atrás, ainda não tinha eu este blogue. E, logo a começar pelos personagens...
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).
  • Num primeiro final, após saber o protagonista principal da existência de um refúgio de outros seres humanos, que conseguiram montar um princípio de nova sociedade ainda humana, termina o filme com a entrega da cura descoberta por este protagonista aos restantes seres verdadeiramente humanos, por parte dos outros dois que o protagonista principal - que entretanto morre - conheceu.
  • Num segundo final, alternativo, depois de ver alguns indícios de humanidade, que ainda resta nos seres já muito desprovidos da mesma que o rodeiam, decide o protagonista principal então simplesmente deixar tais seres outrora humanos viver na sua nova forma, não morrendo em consequência da sua tentativa de "re-humanizar" os outros e fugindo este com a sua cura, para o mencionado refúgio.
(E, eu não sei quanto a outras pessoas... Mas, pelo menos eu, observo mesmo grandes paralelos com o fenómeno da alienação, que se observa na sociedade, e de quem tenta combater a mesma. Crendo eu, até, que foi com esse mesmo objectivo - de serem traçados tais paralelos, por muita gente que com isto se irá, individualmente, identificar - que tal argumento foi escrito, numa tentativa de incentivar o distanciamento entre quem está verdadeiramente "acordado" - perante o que realmente se passa à sua volta - e toda a massa de gente restante alienada, descrita por alguns como "zombies" ou "andróides"...)
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)

terça-feira, 8 de Abril de 2014

Oblivion

Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)

sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Um mapa da Nova Ordem Mundial

Um mapa corrente do domínio que tem o Império Britânico sobre o Mundo, exibido aquando da última sessão de perguntas a e respostas de Lyndon LaRouche, transmitida via Internet.

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Primeiros "Jogos Olímpicos transumanistas" irão realizar-se em Outubro de 2016, em Zurique, na Suíça ("The Future is Now"!)


(Mais sobre a "agenda transumanista", aqui e aqui - e uma pequena notícia sobre este futuro evento, aqui.)

sexta-feira, 21 de Março de 2014

Activismo antipedofilia no Reino Unido

(Uma confrontação, ocorrida anteontem, de uma vítima deste horrendo tipo de crimes com quem os anda a, pelo menos, encobrir - vítima essa, que já andava a denunciar "redes pedófilas institucionais" no Reino Unido, antes de ter rebentado o escândalo em torno da figura Jimmy Savile - seguida de uma incrível entrevista a este activista e realizador - que tem um sítio na Internet e um canal próprio no YouTube.)



segunda-feira, 17 de Março de 2014

A razão pela qual não me interessa mais saber o que tem a dizer o jornalista José Milhazes (agora correspondente da SIC em Moscovo)

(De facto, do que tenho lido e ouvido deste autor, continuo convencido de que é uma pessoa que está a tentar fazer um trabalho honesto... Mas, quando se mente sobre uma questão tão importante como esta - ainda que, inconscientemente - e se têm outras fontes, que toda a gente conhece, que repetidamente dizem o contrário... É realmente um péssimo trabalho que se está a fazer - típico dos média ocidentais, onde tal jornalista trabalha, que mentem a toda a hora...)

Podem ler nos meus comentários a <esta> colocação mais recente, no blogue deste autor, a razão que me levou a deixar de seguir a sua publicação na Internet.

[Editado a 14/04/2014: Os referidos comentários foram, entretanto, misteriosamente apagados (juntamente com todos os outros, a essa mesma colocação, da autoria doutras pessoas). Mas, pode ser vista uma cópia arquivada dos mesmos <aqui>. Ainda perguntei, há poucos dias atrás, no blogue deste autor, se foi ele quem apagou tais comentários, mas não obtive uma resposta.]

(E, para verem compilações de várias das mentiras que, mais uma vez, disseram os média ocidentais sobre uma muito importante questão de política internacional, podem ir espreitando o canal de televisão RT... Mas, apenas sobre a questão que me fez deixar de considerar o mencionado jornalista como um credível, aqui fica o seguinte vídeo...)

sábado, 15 de Março de 2014

terça-feira, 11 de Março de 2014

Maior atentado terrorista que ocorreu na Europa foi também obra do poder estabelecido e mais um "atentado de bandeira falsa"

(Apenas uma de várias notícias que isto indiciam, seguida de uma imagem com uma hiperligação para um sítio onde poderão saber mais sobre tudo isto.)

INVESTIGACIÓN | Nuevas revelaciones siete años después de los atentados

Indicios de falso testimonio contra el único condenado como autor del 11-M

  • Una de las mujeres que reconoció a Zougam fue rechazada como víctima
  • Un testigo desmiente que le mostraran fotos cuando dice la sentencia
  • Otra testigo engañó a la Policía, inventó hechos y cambio de versión

Casimiro García-Abadillo | Joaquín Manso | Madrid
Actualizado miércoles 07/12/2011 13:54 horas


Tras una larga investigación periodística, EL MUNDO ha publicado una serie de informaciones que cuestionan la versión oficial del 11-M y remueven los cimientos de la sentencia del juicio por el atentado más grave de la historia de España. Según los datos de esta investigación, la prueba que sirvió para condenar como autor material de la masacre a Jamal Zougam es más que cuestionable.

La condena de 40.000 años de cárcel a Jamal Zougam se sostiene sobre la exclusiva prueba de cargo del testimonio de tres ciudadanos rumanos que dicen haberle visto en el tren de Santa Eugenia: R-10, C-65 y J-70, aunque el Supremo redujo la importancia del primero, que ni siquiera se presentó en el juicio. EL MUNDO ha detectado indicios de manipulación policial y falso testimonio en la declaración de estos tres testigos.

Siete años después de los atentados, EL MUNDO ha localizado y entrevistado en Cluj-Napoca, una ciudad rumana, al testigo protegido R-10. Según consta en la sentencia redactada por el juez Javier Gómez Bermúdez, este es el único testigo que reconoció a Zougam antes de que se publicara su imagen en los medios de comunicación, concretamente el 16 de marzo de 2004.

Sin embargo, R-10 desmiente este extremo de la sentencia. Asegura que sólo identificó al marroquí 10 días después, tras ver impresa su fotografía en un cartel distribuido por Interior en el aeropuerto de Barajas. Las dudas sobre esta prueba contra Zougam se extienden ante el hecho de que la Policía le dio permiso a este testigo para no declarar en la vista oral.

En cuanto a la testigo protegido J-70, a cuyo testimonio el tribunal concedió credibilidad, cabe destacar que fue considerada en dos ocasiones falsa víctima y que sólo 15 días después de ver fracasados sus intentos por obtener la correspondiente indemnización, transcurrido ya casi un año desde los atentados, fue cuando identificó a Zougam. Fue entonces cuando obtuvo la condición de víctima y terminó recibiendo 48.000 euros de indemnización.

Cuando dos abogados intentaron preguntarle a J-70 durante la vista oral del juicio sobre el hecho de que extrañamente tardara 11 meses en identificar a Zougam, el presidente del tribunal les interrumpió abruptamente y les obligó a cambiar de asunto. El juez Gómez Bermúdez evitó dos veces que la testigo respondiese a la pregunta clave.

La investigación de EL MUNDO también pone en duda la credibilidad de la testigo C-65, quien engañó a la Policía, inventó hechos y cambio de versión para tratar de dar mayor verosimilitud a sus declaraciones. Primero aseguró en el Consulado de Rumanía que iba en el vagón con una compatriota distinta a la que dijo en el juicio que le acompañaba (es decir: se trata de una mujer que no es la testigo J-70).

También sostuvo ante los profesionales que la atendieron que tras las explosiones le cayó un cadáver encima, pese a que en el tren que viajaba no hubo muertos ni heridos graves.

El testimonio de C-65 está plagado de contradicciones. En su versión inicial dada a la Policía declaró que reparó en Zougam porque éste tuvo un incidente con otro pasajero al cambiar de vagón. Luego, ante Del Olmo aseguró que Zougam le "rozó" con la mochila. Cuando el proceso llegó a la Audiencia, dijo que el marroquí le había "movido de la silla".

Cabe destacar también que el marido de C-65 fue aceptado como víctima de otro tren, con dos particularidades: no sufrió heridas graves pese a viajar en el vagón más afectado -hasta el punto de que fue el que mayor número de muertos registró en Atocha-, pero sobre todo, declaró que viajaba con su cuñado (el hermano de la testigo), quien fue descartado como víctima por los forenses y a quien el juez propuso imputar por delito de simulación.

Tanto C-65 como su esposo fueron indemnizados (obtuvieron 100.000 euros), recibieron la nacionalidad española y fueron contratados por la empresa de seguridad del empresario Lorenzo González, que mantiene una relación estrechísima con altos mandos de la Policía española. Entre otros, es amigo íntimo del comisario jefe de la Policía Judicial, Juan Antonio González.

El empresario Lorenzo González, muy conocido en el sector, alcanzó notable relevancia pública en febrero de 2009, cuando se conoció su participación en una montería en el coto jiennense de Cabeza Prieta junto al entonces ministro de Justicia, Mariano Fernández Bermejo (que dimitió en mitad de la tormenta provocada por el incidente), el juez Baltasar Garzón, la fiscal Dolores Delgado y el comisario Juan Antonio González.

domingo, 9 de Março de 2014

Mais um para a colecção

Para quem a recente descoberta, de que o episódio das mortes que ocorreram na Praça da Independência de Kiev teve por trás atiradores furtivos (directa ou indirectamente) ligados aos interesses ocidentais, constituir uma surpresa, deixo <aqui> a hiperligação para uma muito boa e algo extensa lista de episódios semelhantes e também <aqui> uma outra sobre um dos episódios mais recentes, que ocorreram antes deste, na Síria.